GD Renascente 1-0 FC Castrense
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| O Onze inicial da formação de São Teotónio |
GD Renascente – Cristiano Toco, Rodrigo Camacho (David Neves ao intervalo), Hugo Marreiros, Leonel Pinto, Tiago Marreiros, Vivaldo candeias, Joel Reis, Francisco Batista (Flávio Oliveira aos 86min), Zé Maria (Diogo Jesus aos 64min), Tommy e Carino
Suplentes não utilizados – Leandro Rosa, Hélder Duarte, Miguel Nunes e Tiago Carvalho
Treinador – Luís Miguel
FC Castrense – Eduardo Barão, Filipe Velhinho (André Dias aos 80min), Vitór Rolim, Pedro Pacheco, Paulo Maurício, Zé Mestre (Mica aos 72min), Márcio Candeias, Jorginho, Pázinho (Mário Saleiro aos 65min), Rui Pepe e Filipe Venâncio
Suplentes não utilizados – Marco Hortense, Filipe Nunes, Gaio e Vasco
Treinador – Carlos Machado
Trio de Arbitragem – André Baltazar auxiliado por César Leitão e António Guerreiro
Disciplina – nada a registar
Marcadores – 1-0 por Francisco Batista (6min)
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| Tommy deixou o primeiro aviso |
Tarde chuvosa nas Figueiras para aquela que foi a 1ª eliminatória da Taça do Distrito da AF Beja, com o Grupo Desportivo Renascente a receber em sua casa o Futebol Clube Castrense.
A equipa da casa foi quem entrou com sinal mais na partida e logo ao primeiro minuto de jogo, destaque para um grande remate de Tommy do lado esquerdo do ataque do Renascente, com Eduardo Barão, guardião do Castrense, a ter de se aplicar, defendendo para canto. Na cobrança do canto, o guarda redes do Castrense afasta e é Joel Reis quem remata por cima da baliza.
O Castrense rapidamente chega à baliza de Toco e apenas dois minutos depois, o guarda-redes do Renascente a defender com segurança um remate de Jorginho.
A equipa da casa foi quem entrou com sinal mais na partida e logo ao primeiro minuto de jogo, destaque para um grande remate de Tommy do lado esquerdo do ataque do Renascente, com Eduardo Barão, guardião do Castrense, a ter de se aplicar, defendendo para canto. Na cobrança do canto, o guarda redes do Castrense afasta e é Joel Reis quem remata por cima da baliza.
O Castrense rapidamente chega à baliza de Toco e apenas dois minutos depois, o guarda-redes do Renascente a defender com segurança um remate de Jorginho.
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| A festa do golo apontado por Francisco Batista ao minuto 6 |
Ao sexto minuto de jogo, o lance que ditou o resultado, grande trabalho de Francisco Batista a passe de Carino, o nº 10 do Renascente faz uma maldade à defensiva forasteira, rodopiando sobre a bola, deixando os centrais do Castrense aos papéis e rematando colocado ao ângulo inferior direito da baliza de Eduardo Barão, sem hipóteses para o guardião do Castrense.
Três minutos depois, grande oportunidade de golo para a equipa da casa dilatar a vantagem, três jogadores do Renascente surgem em zona de finalização, Zé Maria ganha no flanco direito isola-se, entrega no meio em Carino, que sem marcação e em posição frontal à baliza já só com o guarda-redes do Castrense pela frente, permite que Eduardo Barão desvie com a biqueira num movimento contrario ao da bola, para o poste, uma enorme defesa do guardião do Castrense a defender em contra pé, aquele que poderia ter sido o segundo da equipa da casa.
Atingíamos o minuto 10 e a equipa de Castro Verde tem nos minutos seguintes uma forte reacção, rematando varias vezes à baliza do Renascente. Primeiro é Jorginho quem remata na direita para uma grande defesa de Toco, um minuto depois, o guarda redes do Renascente a defender a dois tempos um remate de um jogador do Castrense.
Três minutos depois, grande oportunidade de golo para a equipa da casa dilatar a vantagem, três jogadores do Renascente surgem em zona de finalização, Zé Maria ganha no flanco direito isola-se, entrega no meio em Carino, que sem marcação e em posição frontal à baliza já só com o guarda-redes do Castrense pela frente, permite que Eduardo Barão desvie com a biqueira num movimento contrario ao da bola, para o poste, uma enorme defesa do guardião do Castrense a defender em contra pé, aquele que poderia ter sido o segundo da equipa da casa.
Atingíamos o minuto 10 e a equipa de Castro Verde tem nos minutos seguintes uma forte reacção, rematando varias vezes à baliza do Renascente. Primeiro é Jorginho quem remata na direita para uma grande defesa de Toco, um minuto depois, o guarda redes do Renascente a defender a dois tempos um remate de um jogador do Castrense.
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| A equipa do Castrense ia reagindo |
Até aos 35 minutos de jogo o Castrense foi a equipa que causou maior perigo, rondando a baliza do Renascente e são vários os remates da equipa forasteira, alguns deles com o guarda-redes do Renascente a ter de se aplicar outros a não acertarem no alvo.
A seguir a um período de jogo em que o Castrense foi quem causou maior perigo, a equipa da casa volta a surgir novamente com muito perigo perto das redes de Eduardo Barão, prova disso foi uma saída rápida de contra ataque ao minuto 36, com Francisco Batista a entregar em Tommy que remata para uma grande defesa do guardião do Castrense.
Dois minutos depois, Joel Reis intercepta no miolo do terreno, dá em Tommy e este a cruzar com os homens de Castro Verde a corterem para canto.
Aos 40 minutos de jogo, perdida incrível de Zé Maria, que, isolado, tenta colocar demasiado a bola e acaba por falhar o alvo.
Até ao Intervalo destaque ainda para um remate do Castrense prensado na defensiva da casa, com a bola a sair pela linha de fundo e a ser marcado pontapé de canto que em nada resultou.
Chegávamos assim ao intervalo de um jogo onde a equipa forasteira foi quem mais teve a bola, rematando mais vezes, contudo foi o Renascente quem dispôs das melhores ocasiões de golo, através dos seus contra ataques venenosos e a vantagem era magra para aquilo que se assistia nas Figueiras.
A segunda parte tem inicio com o Castrense em busca da igualdade e logo ao minuto 46 com um dos seus jogadores a cabecear por cima um cruzamento vindo de um livre do lado direito do ataque.
Do outro lado, era Zé Maria quem ganhava a linha e cruzava para o guarda redes do Castrense recolher.
O Renascente surge com perigo à passagem do minuto 49, através de um livre cobrado do lado direito do ataque com o guardião do Castrense a sacudir com os punhos gerando dois remates da equipa da casa, o primeiro a ser bloqueado pela defensiva de Castro Verde e o segundo a passar perto do poste da baliza à guarda de Eduardo Barão.
Minuto 51 e mais uma oportunidade flagrante de golo para a equipa da casa, desta vez é Carino que ao interceptar a bola a um dos defesas do Castrense, isola-se e falha escandalosamente atirando por cima do travessão da baliza para desespero da plateia.
O Renascente chegou ainda com algum perigo à baliza do Castrense nos minutos seguintes, mas a partir do minuto 58 o Castrense foi a equipa que causou maior perigo, estando mais tempo no meio campo do adversário até cerca de quarto de hora para o final da partida, chegando mesmo a encostar as cordas a equipa de São Teotónio. Mas, o Renascente foi dando conta do recado, ou era Toco que defendia, ou era a defensiva que tapava todos os caminhos para a baliza.
Minuto 75 e o Renascente surge novamente na frente, depois de longos minutos em que a equipa forasteira ter jogado mais tempo no seu meio campo de ataque, era agora Tommy que num bom lance entregava no meio sem ninguém a chegar à bola dentro da grande área.
Aos 78 minutos, Diogo Jesus que tinha substituído Zé Maria ao minuto 64, remata na cara de Eduardo Barão com este a defender para canto, bom lance do nº27 do Renascente.
Chegamos aos últimos 10 minutos e a chuva que tinha acompanhado toda a partida começa a cair com mais intensidade e o Castrense volta novamente a jogar mais tempo no meio campo do Renascente, no entanto foram poucas as oportunidades que dispôs para chegar à igualdade, de destacar apenas um remate de um dos seus jogadores por cima ao minuto 83.
Nos momentos finais, o Renascente soube gerir a vantagem e apresentou-se muito certinho a defender, evitando com que o Castrense leva-se o jogo para prolongamento.
Apito final, grande vitória da equipa de São Teotónio que elimina assim uma das principais equipas candidatas à conquista do troféu, num resultado que acaba por pecar por escasso tendo em conta as oportunidades flagrantes de golo desperdiçadas. No entanto, tendo em conta o que a equipa forasteira fez para chegar à igualdade, esta vitória pela margem mínima e sem sofrer golos acaba também por ser um prémio para a entreajuda no sector defensivo da equipa da casa.
Francisco, hoje marcas-te o golo da vitória, num lance com nota artística. Fala-nos um pouco sobre isso.
Foi um bom golo, mas o importante mesmo foi ter sido o golo que deu a vitória, fiquei muito contente.
Após esta grande vitória diante de um dos favoritos à conquista da taça, até onde pode ir este Renascente nesta competição?
Venha quem vier, penso que podemos ganhar a todas as equipas desde que estejamos todos concentrados e focados no mesmo objetivo.
Próximo jogo, frente a um adversário que está a ombrear connosco na tabela classificativa. Uma palavra para os nossos sócios e simpatizantes, que podem já no próximo domingo ver em nossa casa a equipa novamente em acção.
Aos nossos sócios e simpatizantes não há muito a dizer, eles têm sido enormes, seguem nos para todo o lado, confiam em nós e tenho a certeza que domingo irão lá estar outra vez para nos ver vencer.
A seguir a um período de jogo em que o Castrense foi quem causou maior perigo, a equipa da casa volta a surgir novamente com muito perigo perto das redes de Eduardo Barão, prova disso foi uma saída rápida de contra ataque ao minuto 36, com Francisco Batista a entregar em Tommy que remata para uma grande defesa do guardião do Castrense.
Dois minutos depois, Joel Reis intercepta no miolo do terreno, dá em Tommy e este a cruzar com os homens de Castro Verde a corterem para canto.
Aos 40 minutos de jogo, perdida incrível de Zé Maria, que, isolado, tenta colocar demasiado a bola e acaba por falhar o alvo.
Até ao Intervalo destaque ainda para um remate do Castrense prensado na defensiva da casa, com a bola a sair pela linha de fundo e a ser marcado pontapé de canto que em nada resultou.
Chegávamos assim ao intervalo de um jogo onde a equipa forasteira foi quem mais teve a bola, rematando mais vezes, contudo foi o Renascente quem dispôs das melhores ocasiões de golo, através dos seus contra ataques venenosos e a vantagem era magra para aquilo que se assistia nas Figueiras.
A segunda parte tem inicio com o Castrense em busca da igualdade e logo ao minuto 46 com um dos seus jogadores a cabecear por cima um cruzamento vindo de um livre do lado direito do ataque.
Do outro lado, era Zé Maria quem ganhava a linha e cruzava para o guarda redes do Castrense recolher.
O Renascente surge com perigo à passagem do minuto 49, através de um livre cobrado do lado direito do ataque com o guardião do Castrense a sacudir com os punhos gerando dois remates da equipa da casa, o primeiro a ser bloqueado pela defensiva de Castro Verde e o segundo a passar perto do poste da baliza à guarda de Eduardo Barão.
Minuto 51 e mais uma oportunidade flagrante de golo para a equipa da casa, desta vez é Carino que ao interceptar a bola a um dos defesas do Castrense, isola-se e falha escandalosamente atirando por cima do travessão da baliza para desespero da plateia.
O Renascente chegou ainda com algum perigo à baliza do Castrense nos minutos seguintes, mas a partir do minuto 58 o Castrense foi a equipa que causou maior perigo, estando mais tempo no meio campo do adversário até cerca de quarto de hora para o final da partida, chegando mesmo a encostar as cordas a equipa de São Teotónio. Mas, o Renascente foi dando conta do recado, ou era Toco que defendia, ou era a defensiva que tapava todos os caminhos para a baliza.
Minuto 75 e o Renascente surge novamente na frente, depois de longos minutos em que a equipa forasteira ter jogado mais tempo no seu meio campo de ataque, era agora Tommy que num bom lance entregava no meio sem ninguém a chegar à bola dentro da grande área.
Aos 78 minutos, Diogo Jesus que tinha substituído Zé Maria ao minuto 64, remata na cara de Eduardo Barão com este a defender para canto, bom lance do nº27 do Renascente.
Chegamos aos últimos 10 minutos e a chuva que tinha acompanhado toda a partida começa a cair com mais intensidade e o Castrense volta novamente a jogar mais tempo no meio campo do Renascente, no entanto foram poucas as oportunidades que dispôs para chegar à igualdade, de destacar apenas um remate de um dos seus jogadores por cima ao minuto 83.
Nos momentos finais, o Renascente soube gerir a vantagem e apresentou-se muito certinho a defender, evitando com que o Castrense leva-se o jogo para prolongamento.
Apito final, grande vitória da equipa de São Teotónio que elimina assim uma das principais equipas candidatas à conquista do troféu, num resultado que acaba por pecar por escasso tendo em conta as oportunidades flagrantes de golo desperdiçadas. No entanto, tendo em conta o que a equipa forasteira fez para chegar à igualdade, esta vitória pela margem mínima e sem sofrer golos acaba também por ser um prémio para a entreajuda no sector defensivo da equipa da casa.
Luís Soares
Francisco Batista foi o autor do golo da vitória. Estivemos à conversa com o nº10 do Renascente.
Francisco, hoje marcas-te o golo da vitória, num lance com nota artística. Fala-nos um pouco sobre isso.
Foi um bom golo, mas o importante mesmo foi ter sido o golo que deu a vitória, fiquei muito contente.
Após esta grande vitória diante de um dos favoritos à conquista da taça, até onde pode ir este Renascente nesta competição?
Venha quem vier, penso que podemos ganhar a todas as equipas desde que estejamos todos concentrados e focados no mesmo objetivo.
Próximo jogo, frente a um adversário que está a ombrear connosco na tabela classificativa. Uma palavra para os nossos sócios e simpatizantes, que podem já no próximo domingo ver em nossa casa a equipa novamente em acção.
Aos nossos sócios e simpatizantes não há muito a dizer, eles têm sido enormes, seguem nos para todo o lado, confiam em nós e tenho a certeza que domingo irão lá estar outra vez para nos ver vencer.




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