GD Renascente 2-0 CA Aldenovense
O onze inicial da equipa comandada por Luís Miguel
GD Renascente – Ricardo Soares, Vivaldo Candeias, Hugo Marreiros, Nilton Reis, Leonel Pinto, Tiago Marreiros, Joel Reis, João Soares (Diogo Albano aos 67min), Tommy, Diogo Jesus (Miguel Nunes aos 88min) e Carino (Nicolau Albarran aos 90min)

Suplentes não utilizados – Cristiano Toco, David Neves, Flávio Oliveira e Diogo Pinto

Treinador – Luís Miguel

CA Aldenovense – Janito, João Martins, Abílio, David Luz, Luís Machado (Luís Valério aos 80min), Lobo, Kádinho, Pateira, Tiago Rosa, João Afonso e Fernando Infante

Treinador – Fernando Monteiro

Equipa de Arbitragem – Ricardo Parreira auxiliado por Miguel Serpa e Marco Guerreiro

Disciplina – cartão amarelo a Hugo Marreiros (28min), Fernando Infante (42min), Vivaldo Candeias (45min), Tiago Rosa (57min) e Pateira (83min)

Marcadores – 1-0 por Tommy (51min), 2-0 por Carino (85min)

O Renascente esteve sempre mais perto do golo
O Municipal de Odemira, casa emprestada do Renascente para este encontro, foi o palco para a segunda jornada do campeonato distrital da 1ª divisão da AF Beja, que opôs à equipa de São Teotónio, o Clube Atlético Aldenovense.
Numa primeira parte em que a equipa da casa teve quase sempre a bola em seu poder, jogando a equipa que viajou desde Vila Nova de São Bento no erro do adversário e com os seus 11 jogadores todos atrás da linha da bola quando tinha de defender, faltou alguma objectividade ao Renascente e uma melhor definição dos lances para ultrapassar a muralha raiana.
Ainda assim há que destacar o primeiro lance de grande perigo para as redes de Janito ao minuto 18 com Tommy a progredir bem pela esquerda do ataque do Renascente, ganhando a linha ao adversário, e no cruzamento a bola a sair direta à barra da baliza do Aldenovense.
Em sentido contrário e numa das poucas aparições da equipa forasteira, destaque ao minuto 26, naquele que poderia ter sido um autêntico balde de água fria para a equipa do Renascente, Lobo a surgir isolado e a rematar à malha lateral da baliza aguarda de Ricardo Soares para alivio dos presentes.
Até ao intervalo a toada de jogo ia-se mantendo, a equipa da casa sempre com mais bola e o adversário a maior parte do tempo bem fechado na sua defensiva.
A segunda parte inicia com ambas as equipais a rondarem as balizas mas sem causarem grande perigo.
Tommy momentos antes de marcar o golo inaugural
Ao minuto 51 surge o primeiro golo do encontro, por intermédio de Tommy, que na esquerda, após receber a bola, temporiza à saída do guarda-redes adversário, colocando também um defesa adversário fora da jogada, atirando para o fundo das redes já sem ninguém na baliza. Lance bem trabalhado do nº7 do Renascente.
Após o golo, foram várias as vezes em que a equipa do Renascente esteve perto de ampliar a vantagem, entrando a bola inclusive, à passagem da hora de jogo, na baliza do Aldenovense, contudo num lance irregular de fora de jogo.
À bola voltaria a entrar na baliza da equipa forasteira ao minuto 85 e agora a contar, numa jogada que inicia no miolo do terreno, através de um grande passe de Diogo Albano que tinha rendido João Soares ao minuto 67, descobrindo Tommy na esquerda que entrega na área em Carino que só tem de encostar para o segundo da equipa do Renascente.
O resultado manter-se-ia até final do encontro, somando a equipa de Luís Miguel o primeiro triunfo esta temporada após o empate registado na Vidigueira, sendo o Renascente neste momento o 4º classificado com 4 pontos. Já a equipa do Aldenovense é última classificada juntamente com São Marcos fruto de duas derrotas noutros tantos jogos.
Luís Soares

O habitual agradecimento a todos aqueles que marcaram presença


À semelhança da jornada inaugural do campeonato, Carino voltou hoje a marcar. O avançado do Renascente falou-nos sobre o encontro.

Carino voltou a marcar

Hoje jogamos contra uma equipa que apresentou quase sempre os seus 11 jogadores atrás da linha da bola e saímos para o intervalo sem golos. No entanto, logo a abrir a segunda parte chegamos ao golo. Como foi jogar contra uma equipa bastante fechada?
Sim, foi um jogo bastante complicado, porque independentemente de termos a posse de bola e o controlo de jogo, não foi nada fácil até ao 1º golo, porque como disseste a equipa adversaria apresentou quase sempre os seus 11 jogadores atrás da linha da bola e quando essas equipas se apresentam assim não e fácil, mas eu estive sempre confiante que mais tarde ou mais cedo íamos fazer o 1º golo para facilitar ainda mais o nosso jogo, para atingir o nosso objectivo que eram os 3 pontos.

Marcas-te o teu segundo golo em dois jogos esta época, tens alguma meta pessoal a nível de golos que gostarias alcançar?
Sim. Como diz aquela velha história, um ponta de lança vive e de golos por isso quero marcar o maior número de golos possível, quero dar o meu melhor pois trabalho todos os dias para ajudar a equipa a alcançar os seus objectivos.

No próximo domingo jogamos frente a um adversário de que pouco se sabe, mas que pelos resultados que tem feito e no seu campo será certamente um jogo muito difícil, concordas?
Concordo. Eu e os meus colegas estamos cientes que hoje em dia não existem jogos fáceis, nós e que os tornamos, ainda por cima quando saímos da nossa zona de conforto. É um campo desconhecido para nós, mas eu acredito que se tivermos bem concentrados e com muito sacrifício é possível ganhar o jogo, para trazer esses 3 pontinhos muito importantes.